Eu sei, ainda temos os livros, e teremos sempre. Mas sinto falta dele, das opiniões corrosivas, das verdades ditas com a mais absoluta crueza. E da sua imensa sintonia com as coisas mais simples da vida. Que falta me faz o homem que disse o seguinte:
«A felicidade, fique o leitor sabendo, tem muitos rostos. Viajar é, provavelmente, um deles. Entregue as suas flores a quem sabe cuidar delas, e comece. Ou recomece. Nenhuma viagem é definitiva.»